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Eu sei que posts como este são meio bobos, mas eu adoro fazê-los. Eu gosto muito de voltar para os posts de Janeiro e ler tudo que tenho escrito desde então. Me leva a refletir como posso ter mudado tanto em tão pouco tempo - especialmente este ano que eu saí da casa da minha mãe e vim morar em São Paulo. Os post estão em ordem cronológica e para acessar eles é só clicar no título.

Jogo do Amor
8 Fatos Sobre a Faculdade de Jornalismo
Menos Stalk Mais Conversa
Cursos e Complicações Desnecessárias
Tenho Tanto a Dizer
Girlboss
Lobo Solitário
Querido, Eu Sou Intensa (E Gosto de Fazer Planos)
Lovesick - Quando o amor e a comédia se misturavam 
Mídias Sociais 
Bastian Baker
500 Dias Com Ele
Nem Sempre Somos Como Ross e Rachel 
Não é só Influenciador Digital que influencia

Qual deles você mais gostou? Alguma sugestão de post?
Beijos
S.S Sarfati

Marilyn Monroe auto estima
Não adianta nada ser uma mulher maravilhosa e não ter noção disso

Uns dias atrás enquanto escutava um pouco de música clássica para dormir comecei a refletir sobre eu mesma. O que eu andava fazendo, o que eu andava pensando, sentindo, então percebi que eu havia me tornado tudo aquilo que eu não queria ser: amarga, solitária, pessimista. Aquele tipo de pessoa que quando a beleza externa vai embora as pessoas evitam, as crianças gritam e a qual sempre comentam.Eu nunca quis ser assim, mas essa era quem eu estava virando.
Estava colocando uma máscara horrorosa sobre meu sorriso gentil e olhos expressivos. Então comecei a me perguntar "por que isso?", "o que vão dizer de mim?". Com isso percebi que estava virando uma típica estereotipada da clássica "mal amada", mas mal amada por quem? Meus amigos gostam de mim, tenho uma vida amorosa normal para a minha idade, então quem não está me amando o suficiente? Então como um 'click' surgiu na minha mente, sou mal amada por mim mesma.
Eu tenho algumas imperfeições físicas, mas quem não tem? Um cabelo que poderia ser mais brilhoso, um nariz um pouco grande, uma barriguinha quer poderia sumir, mas isso não é motivo para eu não me amar. Sou um mulherão. Simplesmente porque me sinto assim, ninguém precisa confirmar ou negar minha beleza (ou até mesmo falta dela).
Tampouco minha vida é perfeita. Eu levo quase 2h para chegar na faculdade, eu não tenho tanto dinheiro quanto gostaria, não estou viajando quando parece que meu Facebook inteiro decidiu ir, quase que juntos, para os lugares que eu mais sonho em conhecer na vida. É uma droga, eu sei. Meu grande passeio nas férias será ir para a casa da minha mãe enquanto muita gente está indo para a Disney - e reclamando das filas dos brinquedos. É impossível para mim não ficar para baixo com isso. Impossível dizer que não chorei no travesseiro pensando nisso. Contudo, isso é motivo para eu não me amar? Porque eu não tenho a vida perfeita, a vida que eu queria ter?
Não sou do tipo de pessoa que dirá que a vida é assim porque se fosse tudo fácil as coisas não teriam graça. Eu acho isso conversa de quem está querendo se convencer de que não está tão afundado quanto acha que está, mas cada um sabe o que funciona para si. Para mim isso não funciona. O que funciona para mim é pensar que as coisas acontecem por algum motivo e certamente há uma explicação porque minha vida assim, ela virá e as coisas passarão a fazer sentido, mas o que não faz sentido é eu não me sentir uma pessoa fantástica até lá.

E você, já se sentiu uma pessoa maravilhosa hoje?
Beijos
S.S Sarfati


Como é possível ver aqui no blog eu sou completamente apaixonada pela sétima arte. Eu amo assistir filmes muito além do que amo ir ao cinema e com o preço do ingresso atualmente confesso que ainda não fui ao cinema em 2017 (e estamos em Julho!). Eu até já pensei em fazer faculdade de Cinema e não descartei totalmente a ideia de cursar depois de terminar Jornalismo e, ainda que dentro da minha área, penso em trabalhar com algo relacionado a isso de maneira geral. 
No primeiro semestre deste ano eu assisti 20 filmes (minha meta para o ano são 40 filmes) e desses 20   eu escolhi os que eu mais gostei. Foram cinco filmes (ou sete se você considerar cada um dos filmes do De Volta Para o Futuro) e estou bastante surpresa. Não sei se fui eu quem me tornei mais exigente com o passar do tempo ou se a maioria dos filmes que andei assistindo são ruins mesmo. Clique sob o título para ver a página do filme no IMDB (melhor site de cinema de todos!)


Por mais estranho que pareça, eu nunca havia assistido a esse clássico do cinema. Sim, sou uma herege da cinefilia! O que eu achei mais interessante no filme é que além de divertir o expectador como ele se propõe, ele provoca reflexões interessantes sobre o futuro e a passagem do tempo de maneira geral. Clique aqui para ver o post no blog


Foi o primeiro filme que assisti em 2017 e preciso dizer que esse é um dor melhores filmes que já vi na vida. É um filme bastante minucioso e detalhado além de ser bastante longo, contudo é fantástico como o filme não parece durar tanto. Leonardo DiCaprio e Margot Robbie estão fantásticos nesse filme. 


É um dos filmes mais adoráveis que já vi em toda minha vida, sério. Não é um super filme, digno de Oscar, Cannes ou nada do tipo. É uma comédia romântica como várias que existem por aí, é do tipo de filme que você logo percebe qual vai ser o final, mas você não se importa porque é muito fofo e você ainda sim quer vê-lo até o final. 


Eu não dava nada para esse filme, nadinha mesmo, mas acontece que é um filme ótimo. Não é apenas no sentido de filme adorável, uma comédia romântica fofa, mas sim um filme profundo sobre as nuances das pessoas e das suas mudanças. É um filme absurdamente sensível. 


Vou ser bem sincera, não é um filme muito bom não. É clichê, dramalhão como todos os filmes baseados nas obras do Nicholas Sparks, mas é um filme que te marca. Ele te envolve e te captura, principalmente a parte dos dois mais jovens. Eu gostei do filme, mas reconheço que não é um bom filme.

O que acharam? Já assistiram algum deles, gostaram?
Beijos
S. S Sarfati 


Eu não sei vocês, mas nessa época do ano, especialmente naqueles dias bem frios, eu fico ainda mais caseira do que de costume. Dá preguiça de sair atoa, especialmente se precisar andar a pé, contudo, ficar em casa não precisa ser sinônimo de ficar sem fazer absolutamente nada. Ficar de bobeira é bom, mas às vezes cansa. Por isso a minha ideia para as férias de Julho para você que assim como eu não vai viajar, é viajar sem sair do lugar, ou seja, lendo um livro.
Essa minha ideia é tão boa que há pesquisas que relacionam o frio a países com o índice alto de leitura. Por exemplo, na Rússia, país conhecido pelo seu inverno rigoroso, se lê em média 7h por semana enquanto no Brasil apenas 5h. A Rússia é o 7º país no ranking de leitura enquanto o Brasil é o 27º de 30 países. Que tal tentarmos melhorar isso aí? Aqui vão algumas dicas de livros para ler nesses 15 dias restante de férias: 

@sophia_details

Charlotte Street - Danny Wallace 
Tudo começa com uma garota... (porque sim, sempre há uma garota...) Jason Priestley acabou de vê-la. Eles partilharam de um momento incrível e rápido de profunda possibilidade, em algum lugar da Charlotte Street. E então, em um piscar de olhos, ela partiu deixando-o, acidentalmente, segurando sua câmera descartável, com o filme de fotos completo... E agora Jason — ex-professor, ex-namorado, escritor e herói relutante — se depara com um dilema. Deveria tentar seguir A Garota? E se ela for A garota? Mas aquilo significaria utilizar suas únicas pistas, que estão ainda intocáveis em seu poder... É engraçado como as coisas algumas situações se desenrolam...

@sophia_details

Orgulho e Preconceito - Jane Austen
É verdade universalmente reconhecida que um homem solteiro em posse de boa fortuna deve estar necessitado de esposa.
É com essas palavras que Jane Austen inicia Orgulho e preconceito, conduzindo o leitor diretamente ao lar dos Bennet, família com não menos que cinco noivas em potencial: Jane, Elizabeth, Mary, Kitty e Lydia. Quando o sr. Bingley e o sr. Darcy, dois jovens distintos, chegam a Hert fordshire, todas ficam em alerta: eles são solteiros, bonitos e, claro, donos de uma boa fortuna. O que poderia ser uma típica história de amor é, nas mãos de uma das escritoras de língua inglesa mais difundidas pelo mundo, um espetáculo de grandes personagens e diálogos sagazes, com um timing perfeito para a ironia.

Clique aqui para ver a resenha dele aqui no blog

Lee The Reader

Harry Potter - JK Rowling 
Conheça Harry, filho de Tiago e Lílian Potter, feiticeiros que foram assassinados por um poderosíssimo bruxo, quando ele ainda era um bebê. Com isso, o menino acaba sendo levado para a casa dos tios que nada tinham a ver com o sobrenatural pelo contrário. Até os 10 anos, Harry foi uma espécie de gata borralheira: maltratado pelos tios, herdava roupas velhas do primo gorducho, tinha óculos remendados e era tratado como um estorvo. No dia de seu aniversário de 11 anos, entretanto, ele parece deslizar por um buraco sem fundo, como o de Alice no país das maravilhas, que o conduz a um mundo mágico. Descobre sua verdadeira história e seu destino: ser um aprendiz de feiticeiro até o dia em que terá que enfrentar a pior força do mal, o homem que assassinou seus pais, o terrível Lorde das Trevas.
Clique aqui para ver a resenha dele aqui no blog

My Strange World

No Limite da Atração - Katie McGarry 
Ninguém sabe o que aconteceu na noite em que Echo Emerson, uma das garotas mais populares da escola, se transformou em uma “esquisita” cheia de cicatrizes nos braços e alvo de fofocas. Nem a própria Echo consegue se lembrar de toda a verdade sobre aquela noite terrível. Ela só gostaria que as coisas voltassem ao normal.  Quando Noah Hutchins, o cara lindo e solitário de jaqueta de couro, entra na vida de Echo, com sua atitude durona e sua surpreendente capacidade de compreendê-la, o mundo dela se modifica de maneiras que ela nunca poderia ter imaginado. Supostamente, eles não têm nada em comum. E, com os segredos que ambos escondem, ficar juntos vai se mostrar uma tarefa extremamente complicada.Ainda assim, é impossível ignorar a atração entre eles. E Echo vai ter de se perguntar até onde é capaz de ir e o que está disposta a arriscar pelo único cara que pode ensiná-la a amar novamente.

Clash Diamond

Os Diários de Carrie - Candace Bushnell 
Os Diários de Carrie começa no último ano de Carrie do ensino médio. Ela e seus melhores amigos Walt, Lali, Maggie são inseparáveis. E então Sebastian Kydd entra em cena. Sebastian é um bad boy, intrigante e imprevisível. Carrie está em um relacionamento que ela sempre quis ter na escola, até que a traição de um amigo a faz questionar tudo. Com seus tempos de colégio chegando ao fim, Carrie vai perceber que chegou finalmente a hora de ir atrás de tudo o que ela sempre quis.


O Clube do Filme - David Gilmour 
Eram tempos difíceis para David Gilmour: sem trabalho fixo, com o dinheiro curto e o filho de 15 anos colecionando reprovações em todas as matérias do ensino médio. Diante da desorientação e da infelicidade desse filho-problema, o pai faz uma oferta fora dos padrões: o garoto poderia sair da escola - e ficar sem trabalhar e sem pagar aluguel - desde que assistisse semanalmente a três filmes escolhidos pelo pai. Com essa aposta diferente na recuperação e na formação de um rapaz que está "perdido", formaram o clube do filme. Semana a semana, lado a lado, pai e filho viam e discutiam o melhor (e, ocasionalmente, o pior) do cinema: de A Doce Vida (o clássico de Federico Fellini) a Instinto Selvagem (o thriller sensual estrelado por Sharon Stone); de Os Reis do Iê, Iê, Iê (hit cinematográfico da Beatlemania) a O Iluminado (interpretação primorosa de Jack Nicholson, dirigido por Stanley Kubrick); de O Poderoso Chefão (um dos integrantes das listas de "melhores filmes de todos os tempos") a Amores Expressos (cult romântico e contemporâneo do chinês Wong Kar-Way).Essas sessões os mantinham em constante diálogo - sobre mulheres, música, dor de cotovelo, trabalho, drogas, amor, amizade -, e abriam as portas para o universo interior do adolescente, num momento em que os pais geralmente as encontram fechadas. 
David Gilmour, crítico de cinema e escritor premiado, oferece uma percepção singular sobre filmes, roteiros, diretores e atores inesquecíveis ao relatar essa vivência com olho clínico e muita sinceridade. O autor emociona ao colocar os leitores diante da descoberta da vida adulta pelos olhos de um jovem e dos dilemas da adolescência administrados por um pai muito presente. Nas palavras de Gilmour: "É um exemplo do que o cinema é capaz, de como os filmes podem vencer suas defesas e realmente atingir seu coração."

@sophia_details

Existe Razão - Sofia Andreassa
Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer, conversaram muito e tornaram-se amigos. Mônica é uma menina cheia de vida, alegre, de cabelo vermelho e mal pode esperar para viver o resto da sua vida. Eduardo é ao contrário: um pouco mais na sua, de poucas palavras, mas sempre estudando: vida de vestibulando de Medicina nunca foi fácil. Mas mesmo assim Eduardo e Mônica são melhores amigos e nada vai os separar tão cedo. Em meio à efervescência da idade os dois jovens se vêm em um dilema: por que não tentar ter alguma coisa? Eles se esforçam e mudam muitas coisas em sua personalidade para isso, e até que por um tempo funciona. Mas como todo relacionamento moderno, não é apenas composto por duas pessoas: tem uma ex-namorada chata, uma das mães que não apoia o relacionamento, indecisões, traumas ainda não superados, ciúmes e claro, a insegurança da idade. Mas se não houvesse obstáculos a serem vencidos das formas mais divertidas e inusitadas não seria uma verdadeira história de amor adolescente atual, que é eterna enquanto dura.
(para quem não percebeu, este é o meu livro. O ebook dele está disponível na Amazon, mas tenho alguns exemplares físicos comigo. Se tiver interesse é só falar comigo clicando aqui)


Embora nem todos tenham resenha aqui no blog, eu já li todos. Podem checar no meu Skoob. Inclusive, um dia todos tiveram resenha aqui, mas quando mudei o layout acabei perdendo alguns posts porque não consegui tirar o fundo preto deles :(

Você já leu alguns deles ou ficou com vontade de ler?
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Beijos
S.S Sarfati

influenciadores digitais

Se você vive minimamente conectado eu acredito que você já tenha ouvido falar no termo "influenciador digital" ou, em inglês, como é muito utilizado, "digital influencer" (sinceramente nunca vou entender esse hábito que brasileiro tem de achar que tudo que é inglês soa melhor, é um complexo de vira lata grande demais para mim). Contudo, fica a pergunta no ar: o que são influenciadores digitais? 
Pessoas capazes de influenciar a opinião pública existe desde que o mundo é mundo, Jesus Cristo foi um grande influenciador, mas com o surgimento da mídia nos moldes como conhecemos hoje eles tinham outro nome: formadores de opinião. E quem eram eles? Bem, eram os jornalistas, colunistas, articulistas, atores, ou seja, pessoas que conseguiam chegar na mídia e tinham espaço para expor suas opiniões sobre diversos temas. Na Era Digital, com a democratização da mídia, é muito  mais fácil expor opiniões do que era antes. Hoje em dia, qualquer um pode criar uma conta em uma rede social e sair fazendo "textão" sobre o que pensa sobre o mundo quando antigamente era necessário ter um espacinho que fosse em um jornal qualquer para que alguém visse o que você escreveu sobre determinado tema. 
Em plena segunda década do século XXI, vivemos um verdadeiro "boom" das redes sociais e com isso os antigos formadores de opinião mudaram de nome e se tornaram influenciadores digitais. Contudo, não se engane: estes dois grupos de pessoas que mais ou menos comandam as opiniões mais populares sobre os assuntos mais falados não são as mesmas pessoas que migraram tampouco o público é o mesmo. 
Influenciadores digitais em sua grande maioria são moças por volta dos seus vinte e poucos anos que postam em grande parte no Instagram fotos milimetricamente pensadas, em feeds planejados a exaustão, que gostam de vender suas vidas perfeitas e advinha só? As pessoas adoram comprar isso. O maior público dessas moças são meninas adolescentes que buscam nelas quase que um propósito de vida e por isso muitas delas também passam a se intitular "influenciadores digitais" quando, na verdade, elas são só um número gigantesco de seguidoras para meia dúzia de grandes influenciadores.  Elas não influenciam em nada a vida de ninguém porque no fundo são todas iguais. As grandes, quem realmente faz dinheiro com isso, ainda sim pouco se diferem entre uma e outra tendo diferenças que só suas leais seguidoras de 13 à 18 anos são capazes de identificar. Sabe porque é tão fácil influenciar adolescentes? Porque o senso crítico deles ainda está em formação e todo adolescente quer pertencer e hoje em dia ser fã de meninas como elas é pertencer. 
Além da falta de autenticidade presente nesse meio, é necessário questionar como elas influenciam ainda mais quando o assunto é influenciar o público mais jovem. Elas podem fazer stories desabafando como essa vida é difícil, mas isso não exime uma pessoa pública da responsabilidade que ela tem toda hora que ela abre a boca ou faz um post no Instagram. Por exemplo, uma que diz que a única maneira que ela encontrou de amadurecer como adulta foi fazendo intercâmbio está fazendo um desserviço sem tamanho: se ela tem dinheiro para isso, ótimo para ela, mas ela precisa entender que a maior parte das seguidores dela são da classe média de um país com milhões de desempregados e que se dar ao luxo de fazer intercâmbio em um momento econômico e político como este é privilégio de pouquíssimas pessoas. Essa simples fala dela fez a infelicidade de várias meninas que não tem nem como sonhar com isso, mas demonstra a total alienação por parte dela. Seria bom se fosse apenas uma que fizesse  esse tipo de declaração, mas a verdade é que quase todas vivem como adolescentes na Terra Do Nunca se recusando a crescer. São mulheres de mais de 25 anos, casadas que acham legal viverem como verdadeiras Barbies adolescentes. É ridículo como pessoas tão fora da realidade conseguem arrastar multidões como elas arrastam.
Ainda mais preocupante é para o que elas usam a fama delas pois elas não fazem nada além de serem vitrines para marcas, vivendo de publipost e de vídeos de recebidos. Nenhuma delas agem como se vivessem no mundo real: nenhuma delas têm opinião sobre política, sobre economia ou qualquer outra coisa que adultos da idade delas precisam se preocupar. A maioria delas nunca nem pisou em uma faculdade ou as que pisaram agem como se isso não fosse grande coisa, mas é. Curso superior não constrói caráter e jamais construirá, mas a verdade é que para a maioria das pessoas isso significa a chance de um emprego um pouco melhor. Por muitos anos as mulheres não podiam entrar nas universidades simplesmente por serem mulheres e agora, anos depois dessa conquista, vem uma youtuber falando que ela não acha que cursar uma universidade algo importante? Cala a boca! Isso demonstra não apenas que ela é uma pessoa muito alienada, mas que não tem o mínimo de responsabilidade sobre o que fala. Há casos de meninas que realmente desistiram de cursar uma faculdade já que queriam ser youtubers igual a Fulana depois dessa declaração.
Elas estão criando uma geração de eternas adolescentes que acham que é legal serem sustentadas pelo dinheiro que elas recebem ao promoverem o consumismo desenfreado em um país que não tem dinheiro para isso e em um planeta que não tem recursos para o consumo do jeito que está hoje. Elas influenciam a infelicidade de quem gostaria de ter e não tem. Suas seguidoras acreditam que poderiam ser como elas quando na verdade isso talvez nunca aconteça. Nem todo mundo tem seu lugar ao sol. A maioria das pessoas não é tão original quanto acha que é, se achar o suprassumo da  originalidade nunca foi tão comum. 

O que vocês acham de tudo isso? Vamos discutir a respeito!
Beijos
S.S Sarfati


Se você tem por volta dos vinte anos, muito provavelmente você foi tão marcada pelos filmes Disney High School Musical (2006-2008) quase tanto quanto eu fui. Não bastando lembrar dessa parte gostosa e inocente da nossa infância/pré-adolescencia/adolescência, somos bombardeados quase que o tempo todo com filmes ou menções da mídia sobre o ex-galã teen Zac Efron. Recentemente ele fez o filme baseado na série homônima Baywatch e o segundo filme da franquia Vizinhos, ou seja, Efron está tentando mostrar que veio para ficar desde que abriu a boca para cantar as primeiras linhas de Start Something New. Espera, não era bem ele que cantava no primeiro filme. 
Aparentemente os produtores acharam que Efron não era bom o suficiente cantando, mas ainda sim queriam ele no filme então dublaram ele em todas as músicas do filme de 2006. Não acredita em mim? Confira no player abaixo como a voz dele muda quando ele começa "Living in my own word" para quando ele canta "ooh" entre a parte da Vanessa: 


Agora que está convencido que Efron foi dublado no primeiro filme (tire alguns minutos para continuar lendo esse post se precisar, quando eu descobri isso em 2007 foi um choque para mim) podemos continuar. Afinal, quem era o dono da voz do Troy Bolton em High School Musical?  O cantor canadense Drew Seeley
Drew Edgar Seeley não apenas é a voz de Zac Efron, mas como substituiu o ator nos shows da turnê  High School Musical: The Concert que aconteceu em 2007 ao redor do mundo (inclusive aqui no Brasil). Olhem ele cantando Breaking Free com a Vanessa:


Infelizmente, o bonitão não fez mais muitas coisas que trouxessem destaque para sua carreira artística, afinal, não cabe todo mundo talentoso em Hollywood. Contudo, ainda com a Disney, ele compôs algumas músicas originais para filmes tais como High School Musical, Jump e Outro Conto da Nova Cinderela - em que ele foi o protagonista ao lado de Selena Gomez. No filme Cheetah Girls 2 ele canta um dueto com a cantora mexicana Belinda que foi tocado a exaustão no Disney Channel na época e até hoje é uma das minhas músicas favoritas: 


Além de ser garoto Disney, Drew também tentou uma carreira solo na música com dois álbuns de estúdio: O DS em 2006 e o The Resolution em 2011, inclusive o último está disponível no Spotify. Suas músicas têm um pop agradável aos ouvidos e ele carrega um pouco consigo a marra de "bad boy" nos clipes um pouco mais ousados, não remetendo a nada o lado Disney do rapaz. Eu não consigo pensar em nenhum motivo para que o rapaz não tenha estourado na indústria da música a não ser falta de interesse de algum produtor para investir nele. Ninguém chega no nível da Disney se não for talentoso, mas só consegue se manter lá quem tem alguém investido por trás no começo. A música dele Into The Fire é sobre uma moça bastante malvada e conta com um clipe muito bom e uma música bastante agradável: 


Você já tinha ouvido falar sobre ele? 
Beijos
S.S Sarfati 


Como eu já mencionei mais no início do ano, eu me mudei para São Paulo não só para estar em uma cidade maior e com mais oportunidades, mas para estudar em uma faculdade melhor. Não que a instituição que eu estava fosse ruim, mas eu não estava atingindo meu potencial todo nela - além de, infelizmente, o nome da universidade que você se forma ainda tem muito peso no currículo. 
Em 2016 eu cursei os dois primeiros semestres do curso de Jornalismo na UNITAU totalizando 14 matérias (sete por semestre), contudo quando eu transferi para a PUC-SP eu consegui eliminar 16 matérias ao longo do curso (cada semestre tem 10 matérias) sendo seis matérias eliminadas só no primeiro semestre. Tirando Metodologia Científica que na UNITAU é no 1º semestre e na PUC é no 7º, todas as matérias que eu eliminei se distribuem nos quatro primeiros semestres. Contudo, para o 2017.2 eu aproveitei os buracos deixados na minha grade pelas matérias que eliminei e encaixei três matérias do 4º semestre e ainda só vou ter aulas quatro vezes por semana.
Como a grade do primeiro semestre quem faz é a secretária eu só pude fazer as matérias do primeiro semestre que eu ainda não havia feito em Taubaté que são elas: Fundamentos da Ética, Fundamentos da Teoria Política, História Contemporânea e Introdução Ao Pensamento Teológico I (matéria obrigatória na PUC por ser pontifícia) então minha grade ficou MUITO bagunçada e eu senti que isso me atrapalhou demais na hora de focar nos estudos. Por exemplo, eu só tinha aula três vezes por semana e a grade era vazada, ou seja, quarta e sexta eu tinha uma aula em cada dia e é extremamente desgastante cruzar São Paulo para assistir uma única aula.
Eu tive boas notas no 2017.1, mas acredito que isso não seja surpresa para ninguém. Eu tenho cara de  boa aluna e não de quem mata a aula para ir para o bar (não julgando quem faz isso, mas não é algo que eu gosto para mim). Não fui tão bem quanto eu queria ter ido (eu sou muito perfeccionista), mas preciso entender que eu estava começando em uma faculdade muito mais difícil do que a anterior (não que a PUC seja impossível de passar, mas é que a UNITAU era fácil demais), eu estava em uma cidade infinitamente maior e morando completamente sozinha sem a minha mãe que esteve comigo todos os dias da minha vida. É preciso ter muita paciência consigo mesmo quando se está em uma situação nova.

E você, como foi o seu primeiro semestre?
Beijos
S.S Sarfati