Pinterest

Eu realmente gostaria que precisar fazer menos posts dizendo que eu voltei porque, pode não parecer verdade, mas eu odeio sumir do blog. Gosto muito dele e me divirto "trabalhando" nele. Coloquei entre aspas porque embora eu não ganhe um único centavo com ele, eu adoro investir meu tempo nele e adoraria trabalhar com ele de alguma forma. Talvez não como as blogueiras tradicionais fazem,  não vejo meu blog sendo um espaço para eu vender espaço publicitário. Acho tão vazio criar um bom conteúdo para que eu tenha muitos acessos e assim eu possa vender espaço no meu blog para marcas em forma de posts. Eu quero criar conteúdo para o meu blog porque eu gosto de fazer isso, não porque quero ganhar press kits e fazer publi posts. Eu sei que esse é basicamente como as blogueiras fazem dinheiro e sobrevivem apenas do blog. Ainda não sei como quero fazer as coisas, mas sei que não é assim que quero fazer. 
Eu tive duas semanas bastante agitadas. Não só com a faculdade em si embora ela tenha contribuído bastante para o meu sumiço, mas eu tive alguns dramas pessoais - os quais vou fazer questão de falar por aqui no meu melhor estilo Taylor Swift e a mudança em si. Quando eu morava com a minha mãe eu tinha uma mesa no meu quarto para usar o computador e em São Paulo a única mesa que tenho no apartamento é na sala e eu não me sinto a vontade para fazer algo tão pessoal quanto escrever na sala. É como se ela tivesse uma energia muito impessoal e eu não gosto disso. Na casa da minha mãe nenhum cômodo era impessoal. Acho que isso é porque divido apartamento, não sei. O meu quarto tem uma energia fantástica e bastante pessoal, mas eu odeio precisar escrever na cama. Não, não tem espaço para uma mesa no meu quarto. Acho que vou acabar comprando uma daquelas bandejas ou mesinhas para usar o computador na cama e ele não esquentar. 
Estou fazendo uns posts novos para a partir do dia 25/4, mas quero ver se antes disso faço uns posts sobre Girlboss e 13 Reasons Why - as duas séries originais do Netflix recém lançadas que estão dando o que falar na internet e óbvio que eu quis saber do que se tratava. 

Prometo evitar sumir de novo - ou pelo menos o quanto eu puder evitar
E vocês, o que fizeram nessas duas que eu sumi? 

Beijos
S.S Sarfati 

Essa foi a parte da mudança que chegou dia 18/2

Embora eu já tenha falado sobre a escolha dos móveis, agora vou falar um pouco sobre a chegada e montagem deles. Quando eu cheguei em São Paulo, dia 28/2, o meu quarto se resumia ao meu colchão de ar, o armário embutido e um móvel que os antigos moradores deixaram. O restante do apartamento não era muito diferente: a sala tinha algumas caixas de coisas que iriam para a cozinha quando tivesse uma cozinha e a cozinha só tinha o gabinete em baixo da pia. O único cômodo montado era o quarto da minha roomie (minha colega de apê, mas eu acho a palavra roomie mais sonora) que até já tinha pintado as paredes. 
Os móveis do meu quarto, minha cama e a cozinha chegaram mais ou menos uma semana antes de mim, mas não estavam montados (a montagem seria só na quinta depois do carnaval) e a minha cama não estava aqui porque ela não cabia no elevador e a roomie que havia ficado de receber os móveis havia esquecido disso então quem recebeu foi o porteiro do prédio mesmo. Os entregadores ficaram de voltar na quinta para subirem os móveis, até me passaram o número deles - número o qual eu descobri que não existia. Como os entregadores não precisaram entregar nada no apartamento, os móveis ficaram em uma salinha no térreo e eu precisei pagar para subirem minha cama através dos 12 lances de escadas. Isso me custou 100 contos, algumas noites dormindo no colchão de ar e muita dor de cabeça. Dica: saibam o tamanho do elevador do prédio que vocês vão morar e evitem comprar móveis maiores do que ele para evitar esse tipo de acontecimento. Uma semana depois que eu mudei já estava tudo ajeitado.
A cozinha foi comprada nas Casas Bahia e ficou linda, até parece móvel sob medida. A única coisa que me aborreceu muito foi um dos montadores que ficou falando para mim que a cozinha não iria caber e me perguntando se eu havia medido ou medido certo a cozinha - e eu fiquei tentada a responder algo como "Não, comprei ao acaso mesmo. Sabe como é, sou uma burra mesmo". O que me irrita é que se fosse um  cara recebendo os móveis ele não falaria esse tipo de coisa e nem seria grosso comigo como ele foi. Minha mãe comprou uma máquina de lavar nova para ela (ela me mandou a velha de 6 kg) e teve um problema semelhante: os entregadores ficaram insistindo que a máquina não passava e que ela precisaria tirar a porta de vidro para a máquina passar. Quem é que tira uma porta de vidro para passar uma máquina de 15kg? Apesar dos móveis das Casas Bahia estarem bonitos, bons e por um preço Ok, saibam que se lá comprarem, vocês podem lidar com pessoas despreparadas na hora da entrega.
A sala foi comprada na Marabraz e não teve problema algum - os móveis inclusive são muito bonitos, mas eles não se responsabilizam pela montagem. Você quem precisa buscar os montadores, mesmo que a loja indique alguns. A minha sorte foi que no caminho para o metrô aqui perto tem uma loja então passei lá e peguei alguns números. A montagem de uma mesa de quatro cadeiras, o painel da televisão e colocar os pés no sofá ficou por 100 reais - sendo este o mais barato. 

Eu não vejo a hora de tudo estar arrumadinho para postar uma foto do apê <3

Beijos
S.S Sarfati 



Eu acho que sou feminista desde o momento em que minha mãe me disse pela primeira vez que se algum menino me desrespeitasse era para eu bater nele sem dó e se a professora encrencasse eu poderia dizer que minha quem havia mandado eu fazer isso. Eu não devia ter mais de oito anos e desde então sempre entendi que poderia fazer o que eu quisesse fazer e que nenhum menino poderia me impedir e isso começou quando eu queria jogar bola com eles e as outras crianças, especialmente as outras meninas, faziam piada de mim. Os meninos ficavam quietos de forma geral provavelmente porque eu ameaçava bater neles. 
Quando eu tinha uns 10 ou 11 anos eu conheci as Pussycat Dolls - aquele girl group que cantava clássicos como Buttons e Wait a Minute. Passava um reality show delas no canal E! no final do domingo e uma amiga gostava muito delas então acabei entrando na onda com as músicas dançantes delas. Quem nunca rebolou ao som de Beep o feat delas com o rapper do (falecido) Black Eye Peas, Will.I am ou Don't Cha
Não fazia sentindo para mim elas usarem roupas tão curtas e provocantes. Eu achava que aquilo era "roupa de piranha" e que piranhas não teriam músicas tão legais quanto a que elas tinham. Seriam elas piranhas também? Em uma época em que Spotify não existia, eu baixava as músicas delas no (também falecido) Emule e ia acompanhando as traduções no Vagalume e, de acordo com a capacidade de interpretação de texto que uma criança de 10 anos tinha, eu percebia que as letras das músicas delas não pareciam "letras de piranhas" como as de Funk (ainda que o funk de 2007 era bem mais leve que os de hoje e consistia em ser algo como Se Ela Dança, Eu Danço).
Depois disso eu me lembro de ver uma entrevista com a criadora do grupo, Robin Antin, dizendo que as Pussycat Dolls eram para serem empoderadoras, sobre serem independentes e não precisarem de um homem para nada. Considerando a época em que eu vivia em que as crianças faziam piadinhas sobre eu gostar de Harry Potter (algo de menino) e jogar bola, eu passei a considera-las minhas musas.
Hoje, dez anos depois, escuto as músicas delas, assisto aos clipes e percebo o quanto empoderadoras elas eram e o quanto ainda precisamos de grupos como elas. Dez anos se passaram e os caras ainda não entenderam que um flerte é só um flerte e não um convite para ir para cama. Ou que as mulheres não precisam de um cara na vida delas para serem felizes. Citando a música I Don't Need a Man "eu não preciso de um anel envolta do meu dedo para me fazer sentir completa".

Beijos
S.S Sarfati

Cliquem aqui para serem direcionados ao melhor álbum delas no Spotify <3 

Tapete viagem pernambucanas

Escrevo este post exatamente um mês depois que cheguei em São Paulo (embora ele vá ao ar alguns dias depois). Era terça de Carnaval, pra variar. Digo isso porque grandes coisas acontecem na minha vida no Carnaval, tipo meu nascimento. Eu nasci prematura de oito meses em uma segunda de Carnaval e desde então, apesar de não curtir muito a festa carnavalesca, considero o Carnaval um grande amuleto da sorte.
Contudo, neste último Carnaval foi um bocado diferente: eu cheguei em São Paulo por volta das 15h e depois de deixar a minha mala no apartamento eu fui encontrar um amigo em um bloquinho na Praça da República. Para quem não sabe, a República é Centro de São Paulo, uma região que ocorrem muitos assaltos de trombadinha e eu estava morrendo de medo. Gostaria de ter tirado algumas fotos do coreto da praça, mas eu estava com medo de ficar dando bobeira com o meu celular.  Depois descobri que meu amigo estava na Augusta com uns amigos e eu fui lá encontrar com ele e foi muito legal a experiência apesar da muvuca não fazer muito meu estilo.
Nos dias que se seguiram foi descobrir onde eu poderia fazer supermercado, o caminho para o metrô (fica a uns 15 minutos do meu prédio) e esse tipo de coisa.
Desde que eu tinha uns 14 ou 15 anos eu sonho em morar em São Paulo, fazer faculdade aqui, sair da casa dos meus pais e agora tudo isso deixou de ser um sonho e se tornou a minha realidade. Eu não realizei muitos sonhos na minha vida. Na verdade, além de publicar um livro antes dos 18 anos, este foi o único sonho que realizei. Sei que sou jovem e que tenho bastante tempo para realizar meus sonhos, mas realizar alguns ainda que menores dos os outros me dá forças para continuar perseguindo meus outros sonhos. A frase é clichê, mas não é por isso que é menos verdadeira: tenho em mim todos os sonhos do mundo.

E você, qual dos seus sonhos você sente que está mais próxima de realizar?
Beijos
S.S Sarfati

Intaxbranca
Pinterest

Março foi um mês corrido porque eu estava me adaptando a nova cidade, a nova faculdade, a minha nova vida e minhas fotos refletem bastante isso. Como estou me adaptando a minha nova rotina isso acabou alterando um pouco a postagem das minhas fotos. Esqueço de postar durante o dia e a noitinha e só vou pensar nas fotos quando chego da faculdade lá pela meia noite e aí já é tarde demais (literalmente, hahahaha). Espero que gostem das fotos deste mês!

Tapete Pernambucanas

Placa Legião Nerd Doctor Who

Instax

Selfie

PUC Monte Alegre SP Perdizes

Caixa de som bluetooth sony

livros tumblr

selfie

Frappuccino Café Brasileiro Montevideu

Bairro Saúde São Paulo

Copos starbucks

selfie

comida japonesa pão de açúcar

O Principe de Maquiavel

VeloxTickets

Eu fiz meu Ensino Médio em um colégio bastante rígido e lá celulares não eram permitidos. Se queríamos usar celular tinha que ser muito bem escondido porque se fossemos pegos poderíamos ser suspensos. Eu lembro que uma época estavam usando tanto o celular, mesmo escondido, que o diretor disse que faria um B.O para cada aluno que fosse pego usando o celular. Não me lembro sobre qual alegação ele faria o B.O, mas me lembro claramente dele ter dito isso. Deve fazer seis ou sete anos dessa história, mas uma coisa que eu não posso negar é que essa foi a última época em que não vi uma sala de aula lotada de celulares.
Não vou ser hipócrita, eu uso o celular na sala de aula desde que saí do Ensino Médio (até fui suspensa do Pré-Vestibular por isso uma vez hahahaha), mas tem gente que exagera mandando e escutando mensagens de audio na sala de aula. Na última quinta feira, durante a aula de ética, o professor passou um vídeo que foi um TCC e durante o tempo de exibição todos os alunos, inclusive eu, ficaram no celular e, como eu disse antes, alguns ficaram mais do que outros. Um pouco depois ele usou a obsessão por todos pelos seus celulares para dizer que as coisas estão evoluindo tão rápido que talvez em 10 anos os celulares já façam parte do nosso corpo como algo embutido. Dá para imaginar o celular como algo, literalmente, do nosso corpo? Embaixo da pele e tudo?
Essa é mais ou menos a proposta do filme A Vigilante do Amanhã - Ghost In The Shell que estreou no último dia 30/3. Baseado no livro homônimo, o filme conta a história de um futuro não muito distante (2029) em que os computadores se fundiram com o cérebro humano e a tecnologia está, literalmente, em todos os lugares.
Além de ser um filme de ação e ficção cientifica, é uma distopia e o mais legal deste gênero é como ele nos coloca para fazer reflexões sobre a nossa sociedade atual. Como é algo distante nos dá um pouco mais de tranquilidade ao pensar a respeito, mas a verdade é que é o que pode acontecer conosco se nada for feito. Será que esse nosso consumo de tecnologia não passou dos limites? É fato que não podemos negar a existência da tecnologia e dos computadores, mas até que ponto isso é saudável? Até que ponto isso pode ser considerado progresso tecnológico e não um retrocesso social? 

Beijos
S.S Sarfati

Vocês sabem que a minha dica para ir ao cinema sem grandes complicações é sempre comprar online e a Velox Tickets está aqui para nos ajudar nisso. Clique aqui para garantir seu ingresso :) 

Expectativas para Abril
WeHeartIt

Eu nem acredito que Março acabou! Foi um mês bom, mas ainda bem que acabou - está na hora de ter outras experiências. 
Enquanto Março foi meu primeiro mês de aula na PUC, em Abril tenho alguns trabalhos para entregar e algumas provas para fazer. Apesar de estar muito preocupada em como vou organizar o meu tempo para que tudo dê certo, estou animada para ver os frutos do meu estudo. Finalmente eu consegui me organizar para estudar direitinho e apesar de às vezes ser engolida pela rotina acho que estou fazendo um bom trabalho. 
Para Abril eu quero me aperfeiçoar na cozinha, como um Sim! Faz um mês que estou morando sozinha e já melhorei muito, mas agora quero ir para receitas ao invés de precisar ligar para minha mãe perguntando como se faz arroz (o meu arroz fica soltinho!!). 
Em Abril quero andar mais por São Paulo também! Sampa tem muitas oportunidades e quero aproveita-las todas - e pretendo postar tudo aqui. Inclusive, postar mais é uma das minhas metas. Eu nunca tive o hábito de deixar os posts prontos, mas agora percebi a necessidade de deixar e vou aproveitar os finais de semana e os dias que não tem aula (segunda e terça) para deixa-los prontos e assim parar de ficar sem postar - isso me deixa muito triste. Espero postar mais no Instagram também - ando postando muito só no Stories. 

E vocês, o que esperam para Abril?
Beijos