Eu acredito que para todos aqueles que, assim como eu, sejam ligados ao universo geek A Improvável  Teoria de Ana e Zak é um verdadeiro presente justamente por relatar de maneira fiel o que passa na cabeça de pessoas que durante tanto tempo sem ter a representatividade que  merecem.
O irmão de Ana Watson fugiu das semifinais do campeonato de Jogos Acadêmicos para ir até uma convenção de quadrinhos, a Washingcon. E o que deveria ter sido uma viagem tranquila de atividades extracurriculares se transforma em uma noite bastante agitada. Se o preguiçoso Zak Duquette não tivesse falado tanto sobre a maldita convenção, talvez Clayton não quebrasse as regras. Agora Ana sabe que precisa encontrá-lo imediatamente, antes que alguém descubra tudo e ponha em risco sua última chance de liberdade dos pais controladores. Desesperada, é forçada a pedir ajuda para a última pessoa no mundo com quem ela desejaria passar um tempo: Zak. Afinal, eles precisam encontrar Clayton até o amanhecer. Ao longo da noite, enquanto Ana e Zak são perseguidos por hordas de Vikings e zumbis, eles começam a se abrir um com o outro e, apesar da atitude relaxada de Zak, Ana descobre que eles podem ter muito mais em comum do que ela gostaria de admitir. A improvável teoria de Ana e Zak é um romance divertido e cheio de reviravoltas sobre dois adolescentes se descobrindo numa convenção sci-fi.
 Este foi um livro que me despertou muita curiosidade desde o primeiro momento em que bati os olhos nele: parecia bobo, mas de um jeito que valia a pena ler e por isso fui ler sem expectativa alguma.
 O início do livro eu achei meio sem graça e muito clichê, mas a medida que a história vai caminhando, a narrativa deixa de ser tão truncada e passa a ser mais fluída e claro que isso ajuda a leitura a ser mais prazeirosa. Eu super imaginei a trama sendo adaptada para um filme bem no estilo Sessão da Tarde porque acho que seria ótimo.
Em algumas momentos os acontecimentos são muito sem sentido, mas é o tipo de livro que para você ler até o final você precisa desapegar de grandes noções de realidade. A Improvável Teoria de Ana e Zak é uma fanfic publicada em que os sonhos mais loucos dos autores se realizam. Como eu disse, é uma leitura quase que obrigatória se você nutre ainda que apenas uma pequena simpática pelo universo geek.

Você gosta do universo geek?
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Beijos
S.S Sarfati 



Eu tive o privilegio de começar a aprender inglês aos seis anos de idade, eu era tímida e tinha acabado de me mudar para uma cidade nova em que eu não conhecia ninguém e, segundo meus pais, eu já havia demonstrado um interesse muito grande em aprender inglês e então, em 2003, a jovem Sofia deu seus primeiros passos em se tornar bilingue. Eu estudei inglês por mais de 10 anos (de 2003 até 2015) e aprendi tudo que a Cultura Inglesa poderia me ensinar. 
Claro que não posso excluir meu mérito próprio de anos de estudo e dedicação além da facilidade natural que tenho para a área de linguística (você já me acompanhava quando eu decidi prestar para Letras na faculdade?), mas foi fundamental ter começado a aprender um segundo idioma tão jovem, não só parecia mais fácil e o meu cérebro parecia absorver tudo mais fácil e rápido, mas como eu não consigo me lembrar das dificuldades que eu tive ao aprender o inglês. Além disso, chegar aos 21 anos fluente em um segundo idioma é um super diferencial (só consegui meu estágio por causa disso) porque enquanto a maioria dos jovens da minha idade estão correndo atrás de aprender inglês, eu estou tranquila quanto a isso (Mãe, muito obrigada por ter insistido nas aulinhas de inglês).


Em 2016 eu decidi virar poliglota e comecei a aprender francês. Antes de me mudar para São Paulo, estava indo tudo muito bem, eu fazia aulas regularmente, tinha uma ótima professora, estava aprendendo direitinho, mas ainda sim, eu sentia uma dificuldade que eu nunca havia sentido antes para aprender o bendito francês. Quando me mudei para São Paulo, acabei dando uma pausa nos estudos e só voltei a dar uma estuda agora, mas ainda sim por conta - o que eu nunca fiz na minha vida e está sendo uma experiência totalmente nova para mim.
Uma coisa que eu notei é que quanto mais contato eu tiver com o idioma que eu estou aprendendo, mais fácil é para eu aprender. Eu ainda não tenho nível de francês par ler um livro, mas já consigo entender algumas palavras em letras de músicas e percebo que isso me ajuda e não vejo a hora de saber o suficiente de francês para arriscar um livro infantil - afinal, todo começo é lento.
A minha dica para quem está aprendendo um outro idioma é ir arriscando em leituras no idioma. Eu não fiz isso quando estava aprendendo inglês, mas sei que eu deveria ter feito. Não existe um livro certo para começar a ler em inglês, depende muito do que você gosta de ler - sim, quem naturalmente gosta de ler já sai na frente na hora de aprender idiomas. O livro que eu quero ler assim que eu conseguir entender francês é Harry Potter e a Pedra Filosofal que é o primeiro livro da minha saga favorita.


Estive pensando em fazer posts sobre aprender um novo idioma, além de dicas e métodos que eu uso. O que você acha, se interessa? Me conta sua opinião sobre isso

Beijos

The Wave

Após assistir ao filme anos atrás e ficar completamente mordida pelo bichinho da indignação, me perguntando como as pessoas podiam cometer erros após erros ainda que elas já tivessem visto para onde uma sucessão de erros parecidos levaram algumas pessoas uma vez. 

A Onda é baseado em um incidente que aconteceu em uma aula de história em uma escola em Palo Alto, California (EUA) em 1969.
Conforme eles estudavam a Segunda Guerra Mundial, os alunos do professor Ben Ross não conseguiam entender como os alemães podiam ter seguido Hitler e os Nazistas. Então o Mr. Ross criou um movimento experimental chamado A Onda. O que começou com uma única classe, logo se espalhou pela escola toda. Antes do final da semana, o lema do movimento "Força através da Disciplina, Força através da Comunidade, Força através da Ação" já estava na cabeça de todos. Apenas dois alunos, Laurie Saunders e David Collins reconheciam que A Onda pelo que ela realmente era e faziam de tudo para tentar para-la antes que fosse tarde demais, mas estaria a história destinada a se repetir?

Baseado em acontecimentos reais, The Wave (A Onda em tradução livre) é um livro de ficção que com o plano de fundo de uma história de Ensino Médio, passa para o leitor a complexidade de conceitos sociológicos tal qual psicologia das multidões. Apesar de ter uma proposta incrível uma vez que a história em si provoca no leitor várias reflexões, o livro é fraco. 
É ótimo para quem está se aventurando em ler em inglês pela primeira vez, mas ainda sim, a escrita é pobre e a narrativa é tão linear que entedia o leitor. Não acontece nada demais em momento algum. Quando parece que a leitura vai se tornar emocionante, o leitor se vê em uma armadilha.  Eu esperava uma narrativa tão densa quanto ao do filme alemão de mesmo nome, mas é extremamente superficial. 
Como eu disse, é ótimo para quem quer treinar a leitura em inglês pois é uma escrita bem simples, entretanto não dá para esperar que desse treino saia a leitura de um grande livro.
É uma leitura necessária nos dias de hoje em que estamos presenciando tantos acontecimentos parecidos com os que já foram vivenciados e levaram ao horror que foi a Segunda Guerra Mundial. É preciso ter os pés no chão e evitar cometer os mesmos erros novamente.

Você já assistiu ao filme ou leu ao livro?
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Beijos
S.S Sarfati





Nós já estamos em Abril (e eu não me canso em dizer como o ano está voando!) então se você acompanha o blog e ainda não sabe do que estou falando, entre no post em que eu explico tudinho sobre o Desafio Literário mais diferentão da blogosfera. 
Em Janeiro foi lido Razão e Sensibilidade da Jane Austen (que também escreveu Orgulho e Preconceito) e em Fevereiro foi lido O Guia do Mochileiro das Galáxias do pai da literatura de ficção cientifica contemporânea Douglas Adams e em Março o livro da vez foi Um Corpo Na Biblioteca da Agatha Christie (autora do clássico Assassinato No Expresso do Oriente
Um Corpo Na Biblioteca foi um dos livros que eu mais gostei de ter lido em meses. É uma escrita leve e extremamente fluída que me fez devorar o livro em poucas semanas. Inclusive, se tornou o meu favorito da Dama do Mistério. Para você saber o que eu realmente achei do livro, vá ler a resenha do livro do mês

Desafio Literário: a Casa das Marés, Jojo Moyes

Para o mês de Abril eu escolhi o último livro que eu havia comprado de uma das escritoras que eu estou mais gostando de ler recentemente: A Casa das Marés, da Jojo Moyes (A Última Carta de Amor, Baía da Esperança).

A Casa das Marés, Jojo Moyes

Moyes é um escritora e jornalista britânica que consegue com muita sutileza tocar em temas delicados, contar histórias cativantes e construir personagens complexos - ainda sim fazendo uma escrita popular, literatura de best sellers. Durante muito tempo tive preconceito com este tipo de livro (ainda tenho um pouco, rs), mas lendo livros como os da Jojo me fez quebrar um pouco as duras barreiras que coloquei para mim e o melhor: me fez voltar a ter prazer na leitura. 
Publicado em 2003, A Casa das Marés é um livro que tem a proposta de mostrar dramas familiares e que nunca é tarde para correr atrás dos sonhos. Pelo que já li do livro, me lembrou bastante A Última Carta de Amor que é um dos meus livros favoritos então estou bem animada! 

E você, o que planeja ler em Abril?
Me adiciona no skoob para trocarmos dicas literarias :)


Beijos 
S.S Sarfati





Da mesma maneira que a vida dos Bantry muda radicalmente a partir da manhã em que eles encontram um corpo na sua biblioteca, a minha vida mudou muito depois de Um Corpo Na Biblioteca. Da mesma maneira que me apaixonei pela Agatha Christie em Assassinato No Expresso do Oriente, me apaixonei ainda mais por ela nesta história que se tornou a minha favorita da autora e agora, após ler dois livros dela, posso dizer de boca cheia que Agatha Christie é uma das minhas autoras favoritas.
O corpo de uma jovem é encontrado no tapete da biblioteca dos Bantry, às sete da manhã. A vítima é uma completa desconhecida e o casal Bantry decide chamar as autoridades para investigar o caso — e também, é claro, Miss Marple, detetive amadora e amiga da sra. Bantry.  Tudo se complica ainda mais quando chega até eles a notícia de outra adolescente morta, carbonizada dentro de um carro incendiado em uma pedreira. Qual será a possível conexão entre os dois incidentes?
O livro começa direto do clímax: foi encontrado um cadáver na biblioteca dos Bantry e a partir daí a história se desenrola, ou seja, ele tem um ritmo bastante particular. Enquanto a maioria dos livros leva certo tempo para começar a esquentar, os livros da Christie já começam fervendo e este em especial começa extremamente quente - um assassinato na biblioteca, quem diria? 

Bem, este é um clichê da ficção policial e a autora escolheu este como tema justamente para brincar com o comum, com o que todo mundo espera de um livro como este e por isso mesmo o final é bem surpreendente, tão surpreendente que chega a ser demais. 

Quem investiga este terrível assassinato é a Miss Marple, uma senhora que mora na vila próxima ao local que foi encontrado o corpo e amiga pessoal da Sra Bantry. Sendo caracterizada quase que o tempo todo como um velha solteiro, é possível ver os valores da época em que o livro foi escrito (por volta de 1940) e como era mal visto uma mulher mais velha e solteira - se hoje é assim, imagina naquela época? 

Adoro a maneira como Christie desenrola as suas histórias, mas os finais costumam me irritar porque eu sempre fico com a impressão que ela estava cansada de escrever e quis acabar logo com a história. O desenvolvimento e o final tem ritmos muito diferentes entre si: um é lento e o outro é extremamente rápido. É ótimo para quem não tem paciência para finais demorados.

Eu não vejo isso necessariamente como um ponto negativo da autora e/ou do livro em questão, vejo apenas como uma característica do jeito dela de escrever. Pessoalmente não me agrada muito, mas o desenvolvimento do livro é tão bom que eu sempre quero ler mais - inclusive estou louca para ler o outro livro que veio no box

E você, gosta de livros de ficção policial?

Beijos
S.S Sarfati


Caso queira dar uma olhada na edição que eu li, a de capa dura, clique aqui 


Se você acompanha o blog mesmo que de longe, você logo vai perceber que muito do conteúdo que eu produzo é sobre o mundo dos blogs, mídias sociais e das pessoas que os fazem. Por exemplo, cerca de um mês atrás eu fiz um post sobre a como a nossa sociedade vem se tornando uma sociedade de likes e foi incrível ver a repercussão dele, várias pessoas vieram falar comigo sobre ele depois. Eu fiquei orgulhosa de mim mesma por ter feito algo que de verdade afetou positivamente a vida das pessoas - acho que preciso me acostumar com isso, não é? Enquanto eu não me acostumo com isso, vou fazer o que eu faço de melhor: ver tudo com olhos bastante críticos.
Em meados de Julho um dos primeiros blogs famosos da blogosfera e no mercado de digital influencers, o Depois dos Quinze fez um post sobre o slow fashion - que é uma corrente do mundo da moda sobre comprar em lojas com a produção mais centralizada, que não usa mão de obra de procedência duvidosa, que não são de grandes redes e que por tudo isso o preço acaba saindo mais salgado - e então praticamente todos os blogs que falavam, ainda que por cima, de moda começaram a falar sobre o slow fashion. Blogs e canais que nunca passaram nem perto de falar sobre isso, que faziam posts e vídeos de comprinhas nas fast fashion, e ainda fazem, decidiram entrar na onda de "está todo mundo falando, vou falar também".
São tantas meninas e meninos que sonham em serem reconhecidos pelo trabalho nas redes sociais que  passam tanto tempo sonhando que se esquecem de fazer um trabalho bem feito e principalmente: único.
A blogosfera se perdeu em meio a receitas semi prontas de sucesso. Navegar entre blogs é basicamente tropeçar em um monte de blogs que falam todos sobre os mesmos temas, com texto muito parecidos e igualmente ruins. Isso é gritante quando o nicho é moda: a maioria nem se preocupa em escrever um texto sem erros de gramática e ortografia, quanto mais em fazer algo diferente das demais.
Vivemos em uma sociedade tão padronizada em tantos sentidos que a blogosfera está tão padronizada quanto o resto. Não existe modelo pronto para o sucesso. O que mais me incomoda é que parecem não entender que se você copia alguma coisa que já está em evidencia, as chances de você crescer diminuem assustadoramente. Nunca se esqueçam do que Donald Draper disse certa vez:

O sucesso está em se destacar e não em se encaixar 

Beijos
S.S Sarfati

Guia do Mochileiros das Glaxias

Sendo um clássico da ficção cientifica contemporânea e um ícone da cultura Geek/Nerd (Inclusive o Dia do Orgulho Nerd também é o Dia da Toalha, objeto muito significativo na história, 25/05) O Guia do Mochileiro das Galáxias era uma leitura obrigatória na minha vida e na vida de todos aqueles que gostam de ler livros clássicos - e não é porque é um clássico que tem uma escrita rebuscada, chata, massiva, pelo contrário: é divertido, ágil e é essencialmente uma comédia que usa o humor para caçoar muitos dos defeitos humanos.
O Guia do Mochileiro das Galáxias começou como série para rádio, depois tornou-se uma compilação de fita cassete e então em livro e logo tornou-se um best seller. Depois disso foi adaptado para série e filme.
Este é o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect.  A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena, graças aos conhecimentos de Prefect, um E.T. que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisa de campo para a nova edição do Guia do mochileiro das galáxias, o melhor guia de viagens interplanetário.
Eu fiquei um pouco confusa no início do livro, precisando forçar ele um pouco (se tem algo que eu aprendi com a faculdade Jornalismo foi forçar leituras chatas) até me acostumar com o estilo e entender as nuances das ironias usadas por Adams. Eu não estou muito familiarizada com livros irônicos então isso foi algo que pesou no começo da leitura - se eu não fosse tão teimosa (e tivesse um desafio para cumprir) talvez tivesse abandonado o livro.
Escrito em 1979, as críticas de Adams feitas através de um cenário tão improvável quanto o fim do mundo conseguem ser extremamente atuais e relacionados a notícias que vemos hoje em dia na grande mídia. No início do livro ele apresenta o Sr. Prosser e sua adoração por machados,   ele não sabe porque gosta tanto de machados, só sabe que gosta muito de machados - quanto isso não pode ser associado aos americanos (especialmente os sulistas) e sua obsessão por armas? Eles nem sabem porque são tão apegados as armas, mas são apegados aquelas máquinas de matar e se sentem mais seguros com elas mesmo sabendo que as chances de morrerem por uma dessas é muito maior do que a chance de usa-las para se defender.
O autor também caçoa dos sistemas de governo quando introduz Zaphod alguém que ninguém esperava que fosse um dia se candidatar a presidência (alô alô 40º Presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan) e quando se candidatou acharam que era o fim do mundo (Olá Trump!), além de ironizar o cargo de presidente em si:
O presidente, em particular, é simplesmente uma figura pública: não detém nenhum poder. Ele é aparentemente escolhido pelo governo, mas as qualidades que ele deve exibir nada têm a ver com liderança. Ele deve é possuir um sutil talento para provocar a indignação [...] Não cabe a ele exercer o poder, e sim desviar a atenção do poder. 
Além de criticar muitos comportamentos humanos:
Se eles [os humanos] não ficarem constantemente exercitando seus lábios - pensou ele -, seus cérebros começam a funcionar. 
E sua tendência a usar coisas que eram originalmente boas para fazerem coisas ruins:
Enquanto isso, o pobre peixe-babel, por derrubar os obstáculos à comunicação entre os povos e culturas foi o maior responsável por guerras sangrentas, em toda a história da criação.
Sem falar do pedantismo intelectual infelizmente tão presentes em ambientes acadêmicos:
Muitos físicos respeitáveis afirmavam que não admitiam esse tipo de coisa - em parte porque era uma avacalhação da ciência, mas principalmente porque eles não eram convidados para essas festas. 
Há tantas críticas, passagens interessantes, intertextualidades presentes neste livro que eu escrevi e apaguei esse post pelo menos uma centena de vezes porque eu não queria que isso virasse um trabalho acadêmico chato, cheio de referencias e citações - eu queria ter colocado pelo menos uma dúzia para explicar todos os pensamentos que me ocorreram em quanto eu lia essa obra prima, mas eu decidi deixar de lado para não me tornar irritante.

E você, já leu ou tem vontade de ler Guia do Mochileiro das Galáxias?

Beijos
S.S Sarfati


O livro disponível no link é a edição única, ou seja, só o primeiro volume da trilogia de cinco livros. Caso queira comprar a edição completa, capa dura, clique aqui