Studyblr
Piiess
Olá!
Acho que vocês já repararam que eu sumi um bocado né? Eu realmente lamento muito o ocorrido, mas este fim de semestre está drenando toda a minha energia. São tantos trabalhos e provas que estou tanto sem tempo de escrever os posts e divulga-los, quanto com disposição. Às vezes eu só quero mexer na internet sem compromisso, sabe?
Eu sei que aqueles discursos motivacionais que lemos na internet dizem para não ligarmos para o nosso cansaço, nosso stress mental, que tudo vai ter valida a pena quando o objetivo final tiver sido alcançado, que é para trabalharmos enquanto eles dormem e então teremos a vida na qual eles sonham. Sim, o discurso é maravilho, mas na prática isso não funciona bem. Como ser extremamente produtiva e dormir só três horas por noite e passar o dia todo se entupindo de cafeína para se manter acordado? Não dá. Você nunca alcançará o máximo da sua produtividade além de destruir sua saúde. 
Em 2015, meu ano de cursinho, eu cheguei ao meu limite de esgotamento mental e caí em uma depressão horrível que só agora, dois anos depois, estou quase que totalmente "curada". 
Não vou fazer isso comigo de novo. Vou escolher prioridades sim e embora a faculdade não seja o grande amor da minha vida, vou focar nela. Não porque eu gosto mais do que das outras coisas que eu faço, pelo contrário, mas porque eu entendo que essa é a minha obrigação e vou cumpri-la da melhor maneira possível. Eu não tenho vergonha alguma em dizer que faço a coisa certa antes mesmo de fazer o que eu gosto. 
É por isso que eu sumi e devo ficar mais sumidinha por alguns dias. No final de semana vou tentar fazer alguns posts e deixa-los prontos, mas não garanto nada. Devo ficar assim até o fim do mês, pelo menos. Me sigam no Instagram, @sofiaandreassa (mudei de Instagram, depois explico melhor) para me acompanharem um pouquinho - ainda que a distancia. 

Me desejem sorte
Beijos
S.S Sarfati

Não Sou Uma Dessas - Lena Dunham
O Que Que Eu Ia Falar?
Definitivamente eu caí de paraquedas neste livro, nunca assisti a episódio algum da série Girls e pouco sabia sobre sobre Lena Dunham além de que ela era uma mulher jovem que estava conseguindo uma relativa fama em um espaço de tempo bastante curto ainda que ela não fosse exatamente o padrão de mulher que a mídia gosta de vender. Tudo isso somado a inúmeras postagens no Instagram com composições fotográficas elaboradas falando sobre como o livro era fantástico e como todas as mulheres com menos de 30 anos deveriam ler o que a Lena tinha a dizer sobre a vida me fez querer ler quando tive oportunidade.
Ainda que eu tenha lido o livro em ebook, achei a edição muito bonita. As ilustrações de dentro do livro são bastante delicadas e eu senti que completava as histórias de Lena. O livro é uma grande biografia onde ela conta tudo o que ela é extremamente sincera em relação a tudo - o que é muito legal por um lado, mas constrangedor por outro. Várias pessoas disseram que se sentiram quase que perturbadas pelas situações narradas nos mínimos detalhes.
Confesso que eu não entendi direito o nome do livro, Não Sou Uma Dessas. Fiquei me perguntando se ela estava querendo dizer que ela não era uma moça comum, mas na leitura do livro percebi que esse não é bem o tipo de coisa da Lena. Em momento algum ela deixa a entender que ela é super especial, embora também não dê a entender que ela é comum.
Do início do livro é bastante animador e li muito rápido, mas ele perde o ritmo ao dar continuidade nas narrativas. Como é basicamente um livro de memórias divididas em tópicos Amor e Sexo, Amizade, Corpo, Trabalho e Panorama você pode ler na ordem que você preferir, mas eu li na sequencia - afinal, se foi escolhido esta ordem para a publicação há uma razão para isso.
Como eu disse acima, eu nunca assisti a Girls, a série da HBO criada pela Lena, então algumas coisas ficaram meio sem sentido para mim, mas nada que me fizesse interromper a leitura. Na verdade, em momento algum isso me passou pela cabeça. Ela conta histórias muito pessoais que em vários momentos me fizeram refletir sobre a minha vida - E se eu fizesse um livro com as minhas histórias, o que eu contaria nele?
É um livro de fácil identificação para todas as mulheres com seus vinte e poucos anos, embora acho que possa ser lido por qualquer pessoa de qualquer faixa etária - até mesmo adolescentes, dependendo da cabeça de cada um. Eu costumo dividir os ebooks que leio em três categorias: não compraria de jeito nenhum, compraria o exemplar físico por uns R$ 20 e compraria o exemplar físico por qualquer valor (que eu possa pagar). Não Sou Uma Dessas definitivamente se encaixa na categoria dos R$ 20: é um bom livro para passar o tempo no trajeto para a faculdade como é o meu caso, mas não deve ser lido com expectativas altas.

E você, já leu ou tem vontade de ler o livro da Lena Dunham?
Me segue no skoob para trocarmos dicas de livros :)

Beijos
S.S Sarfati

Instax Mini Tumblr

Eu preciso dizer que estou imensamente orgulhosa das minhas fotos de Outubro. Acho que consegui refletir exatamente quem eu sou, quem eu estou sendo. Não apenas nas fotos em que eu tirei, mas nas que eu posei. Como eu disse no post sobre me sentir empoderada, é fantástico eu conseguir posar na frente de uma câmera ainda mais usando apenas um maiô. Minha meta é posar apenas de biquini! Nada sexy, só eu sendo eu mesma, sabe? Acredito que através das fotos eu tenho descoberto um pouco mais sobre mim e a minha essência. Passe o mouse em cima das fotos para ver a legenda que eu fiz de cada uma, explicando um pouquinho de cada uma delas. Espero que você goste das fotos: 

IMS

Girlboss Book Tumblr

Brownie Artesanal

Clube de Leitura de Jane Austen - Resenha

Best Of British Tumblr

Flowers of Spring

Maiô Forever 21 Look do Dia

Maiô Forever 21 Look do Dia

Maiô Forever 21 Look do Dia

Adorable Puppy

Joker

Livraria Tumblr

Pool Selfie

Pulseira Life Vivara

Rock & Ribs Lounge Taubaté

Soda Italiana

Starbucks Tumblr

water tumblr


O que vocês acharam das fotos?
Não deixem de me seguir no Instagram :)

Beijos
S.S Sarfati

http://thecottagemarket.com/2016/12/free-printable-2017-watercolor-star-wars-calendar.html
TheCottageMarket
FINALMENTE Outubro acabou, sério. Eu não aguentava mais. Logo no início do mês eu tive meu celular roubado, mais para o fim do mês eu perdi minha CNH e precisei gastar mais de R$ 50 para tirar a segunda via. Resumindo, para mim os acontecimentos de Outubro foram mais do que o suficiente para um único mês.
Para Novembro, apesar de ter MUITOS trabalhos para entregar e provas para fazer eu estou confiante de que tudo vai dar certo e vai ser um mês mais tranquilo em comparação a Outubro. Dia 8/11 eu tenho a apresentação do trabalho que está sendo mais desafiador até o momento e que eu acredito que vai ser um dos mais legais que vou fazer durante a faculdade, não vejo a hora de mostrar para vocês. Espero que vocês gostem tanto quanto eu. 
Vou passar o mês de Novembro quase todo em São Paulo e estou animada com isso. Tem alguns lugares os quais eu quero ir, mas o que eu mais quero é descobrir lugares novos. Eu queria conhecer alguns brechós legais em São Paulo, mas os que eu vejo na internet são muito modinha, não praticam preço de brechó e por isso acabam fugindo bastante do que eu chamo de ideologia de brechó. Eu acho que tudo que é muito modinha estraga - talvez isso seja uma certa síndrome de underground, mas não é como se eu me importasse. 
Eu estou completamente cansada de 2017, não vejo a hora do ano acabar. Foi um bom ano, me trouxe boas coisas, mas estes últimos meses tem sido exaustivos. Tenho vários planos que quero colocar em prática logo, que não cabem mais neste ano e 2018 ainda parece tão longe. São tantas coisas fantásticas que quero fazer pela minha vida daqui para frente. Acho que cansei de esperar a vida fazer por mim o que eu posso fazer por ela. 

E vocês, o que querem fazer no penúltimo mês do ano?
Beijos
S.S Sarfati

O Discurso do Rei Livro

Se você acompanha ainda que de maneira muito despretenciosa o universo cinematográfico e suas premiações, você deve se lembrar que em 2011 um dos filmes com maior número de indicações ao Oscar O Discurso do Rei. O filme, que foi o responsável pelo primeiro Oscar da carreira de Colin  Firth, conta a história do rei George VI, pai da atual rainha da Inglaterra, superando a gagueira através dos anos com a ajuda do fonoaudiólogo Lionel Louge.
No fim de Julho dei uma passada em um dos sebos escondidos de Taubaté quando me deparei com um livro com a capa do filme O Discurso do Rei a menos de R$ 20 e em ótimo estado, portanto não tive dúvidas, comprei na hora. Sempre fui uma entusiasta da Inglaterra e da Família Real Britânica, então um livro como este com certeza me faria muito feliz. O livro foi escrito Mark Louge - neto de Lionel Louge, o "fono" do rei - em cima do trabalho de pesquisa que foi solicitado pela produção do filme para que Mark fizesse.
Baseado nos diários do seu avô e em cartas trocadas entre Lionel e George VI, o livro nos mostra não apenas uma relação com os problemas de fala que marcaram a vida do rei desde a infância quando ele era apenas o Princípe Albert e não tinha pretenção alguma de ascender ao trono, mas sim a relação entre terapeuta da fala e paciente que por fim se tornaram amigos. Além disso, o livro é bastante rico em pesquisa história e aborda de maneira certeira alguns fatos sobre a família real mais famosa do mundo que só os fãs ficariam curiosos em saber. 
O enredo do livro é bastante diferente em relação ao filme e pessoalmente eu prefiro o livro que além de muito mais rico em detalhes históricos, faz muito mais sentido do que o filme. A performance de Colin no filme é digna do Oscar que ele ganhou, mas o filme esteve longe de ganhar a estatueta de Melhor Filme.
O livro narra alguns fatos desde a educação do príncipe e do seu irmão, o futuro rei Edward VII, o período em que o avô dele assumiu após a morte da rainha Victoria, seu pai assumindo, o período da I Guerra Mundial, a morte do seu pai, os 327 dias que o seu irmão ficou no poder, a abdicação do mesmo, a II Guerra Mundial e por fim sua morte. É muito interessante a maneira em que o livro descreve Albert/George VI como alguém sensível, retraído, tímido e até mesmo frágil que nunca demonstrou o perfil de alguém que tinha as características necessárias para se tornar o rei de um país e ainda sim cumpriu sua obrigação com maestria - ainda que durante o período conturbado da ascensão de Hitler e da II Guerra Mundial. Na série da Netflix, The Crown, vemos Elizabeth II com um perfil muito parecido com o do pai e as dificuldades que ela teve em lidar com isso. De maneira geral é um livro muito bom, ainda que seja direcionado apenas para os fãs da monarquia britânica.

Você já leu este livro ou algum parecido com ele para indicar para mim?
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Beijos
S.S Sarfati


Eu não costumo falar muito sobre este assunto porque para mim é algo bastante delicado, mas desde que eu tinha mais ou menos uns 10 anos eu tenho problemas com o meu corpo, eu simplesmente não o aceito como ele. Eu não sei se é perceptivo pelas fotos, mas eu tenho o biotipo de uma menina grande, "ossos largos" e ombro ainda mais largos. Quando eu era criança meu pai até dizia que eu poderia ser jogadora de basquete pelo meu biotipo, acontece que eu cresci, mas não o suficiente para ser atleta de esportes para pessoas altas. Eu "só" tenho 1,70.
Acredito que tudo começou com o ballet (eu dancei ballet por seis anos) naquela fase em que as crianças ficam mais cheias e eu nunca tive "porte de bailarina". A  minha professora simplesmente dizia que eu era muito gorda para dançar ballet direito e que eu deveria perder peso para continuar. Por sua vez, minha mãe achava aquilo cruel para se dizer a uma criança de 10 ou 11 anos, mas nunca se posicionou contra realmente então eu acabei entendendo que minha mãe concordava com a minha professora. Além do mais, ela tinha seus próprios problemas com o corpo para lidar.
Só que ao contrário da minha mãe que tem 1,60, miúda, que sempre usou entre 36/38 e que hoje luta para voltar para os 50 kg, eu não peso isso desde que eu tinha 11 anos em 2008. Nós temos biotipos muito diferentes e quando eu consigo me espremer em um jeans 38 eu fico muito feliz, já que geralmente eu uso entre 38/40 (até mesmo 42 dependendo da modelagem). Ser tão diferente da minha mãe também me fazia eu me sentir mal com meu corpo. 
Passei a adolescencia toda fugindo de usar biquinis até mesmo na piscina de casa só com os meus pais, roupas justas, curtas e decotadas até porque eu sempre achei meus seios muito pequenos e desproporcionais ao meu corpo todo "grandão". Blusinhas que mostram a barriga nem pensar - até hoje. 
Então na altura de 2008 e 2009 (11 e 12 anos) eu sofri bullying na escola e um dos vários motivos que falavam de mim era minha aparência: desde falta de corpo de mulher como as outras meninas ("peitão" e "bundão"), meu nariz grande, meu cabelo armado, espinhas, falta de maquiagem, pelos no corpo até o fato de eu não usar roupas de marco. Resumindo, o que eu ainda tinha de auto-estima foi para o buraco (quase que literalmente). Embora eu tenha superado vários dos outros traumas causados naquela época, o físico foi o mais difícil. 
Eu nunca fui uma criança ou adolescente considerada "gordinha" e até hoje não sou. Sei que com 65 kg e 1,70 eu pareço ser mais alta e mais magra do que eu realmente sou, por isso ninguém imagina que eu tenho problemas com a minha aparência, mas eu tenho muitos. Hoje eu parei de passar fome para tentar ter um corpo mais fininho e aceitei meu corpo de Kim Kardashian o que é uma enorme conquista para mim. Passei a usar roupas mais justas, curtas e até mesmo decotadas - quando eu tinha 18 anos e meio meus seios decidiram crescer - ainda que eu não use nada que mostre a barriga e continue não gostando de usar biquinis, mas hoje em dia tem vários modelos de maiôs legais. 
Recentemente eu tirei algumas fotos com um maiô maravilhoso da Forever 21 afim de coloca-las no Instagram e embora para algumas  pessoas, até mesmo amigas, essas fotos só eram para me achar na verdade elas eram muito mais que isso. Era um grito de aceitação do meu próprio corpo, grito o qual eu nunca fui capaz de dar. Eu realmente me senti empoderada com o meu corpo e quis mostrar isso e o meu corpo para todo mundo. Durante muito tempo achei que meu problema com o meu corpo era "coisa de mulher". Algo endêmico a toda mulher e eu era só mais uma, mas com o passar dos anos percebi que ser mulher não significa obrigatoriamente odiar o próprio corpo. Sei que ainda tenho um longo caminho pela frente, mas reconheço que já dei um grande passo até agora.



Você já odiou o próprio corpo como eu odiava o meu? Me conta <3
Beijos
S.S Sarfati

Comprar seguidores

Eu não sei se vocês têm o hábito de quando entram em um perfil do Instagram reparar no número de seguidores que a pessoa tem. Claro que isso não quer dizer nada sobre o perfil da pessoa, sobre as fotos e muito menos sobre a pessoa em si, mas em alguns casos isso pode ser no mínimo curioso.
Lembro-me de uma vez entrar em um perfil com mais de 22 mil seguidores e pensar que as fotos eram muito básicas para um perfil tão famoso, mas ainda que não fosse mudar em nada na minha vida fui ver as fotos e dar uma olhada na interação do perfil e me surpreendi: não havia interação alguma. Em várias das fotos não havia nem 100 curtidas. Entendem onde eu quero chegar? Os seguidores eram  fake, eram comprados.
Em média, as curtidas de cada foto no perfil do Instagram corresponde a 10% do número de seguidores. Claro que isso é só uma média e o número pode ser um pouco maior ou um pouco menor variando de caso para casa, mas sem grandes discrepâncias. No próprio Instagram há uma infinidade de perfis que oferecem seguidores e em uma breve pesquisa encontrei um que me prometia vender de oito a dez mil seguidores pela bagatela de R$ 800 por mês, mas se este preço te assusta, calma, te explico o diferencial deles: são seguidores reais. Ou seja, eles interagem nas suas fotos, curtem e comentam nas suas fotos para não acontecer como a pessoa dos 22 mil seguidores e menos de 100 likes na foto. Além disso, eles fazem o seu Instagram aparecer na barra de sugeridos, mas quando questionei como faziam isso não obtive resposta. Há também ferramentas de interação e engajamento como o Grow Social que diz que não vende likes ou seguidores, mas sim a sua interação de maneira automática e isso que atrai novos seguidores, este tem um preço mais barato: R$ 70 por mês. Você se surpreenderia com a quantidade de perfis "famosos" que talvez você siga que cresce todos os dias usando ferramentas como esta. 
O que eu não consigo parar de pensar é como é fácil enquanto usuário do Instagram, por exemplo, ser enganado por gente que desistiu de crescer por mérito próprio. Muitos dizem que isso é só uma ferramenta de ajuda, mas eu discordo. Uma vez que o crescimento não está embasado apenas em talento e não é feito de forma orgânica (natural, sem ser pago) o que está gritando é a sua capacidade de pagar por determinados serviços e não porque você posta conteúdos verdadeiramente interessantes. 
Eu me pergunto como o ser humano conseguiu estragar redes sociais que eram para serem divertidas maneiras de compartilharmos nossas vidas, como o Instagram e Twitter, em verdadeiros jogos vorazes da felicidade e quem ganha é quem sair voando em um unicórnio para Nárnia. Acaba sendo muito mais importante demonstrar felicidade do que ser feliz de fato por isso muita gente some das redes sociais quando está verdadeiramente feliz.

O que você pensa sobre o assunto?
Não deixe de me seguir no Instagram e no Twitter! Além disso, se você se interessa pelo assunto, não deixe de ler os meus posts de como bombar nas redes sociais 

Beijos 
S. S Sarfati